5 Riscos de investir em ações que você precisa conhecer

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Investir diretamente em empresas pode parecer uma boa oportunidade para consolidar seus ganhos no mercado financeiro. Porém, é preciso ter cuidado com os riscos de investir em ações, pois eles podem interferir nos resultados obtidos.

Mais que isso: é importante saber como diluir esses riscos e como equilibrar a carteira para que essa questão tenha um impacto menor. Desse modo, será possível aproveitar melhor sua estratégia de investimento.

A seguir, você saberá quais são 5 principais riscos de investir em ações e descobrirá como é possível controlar parte deles com a renda fixa!

Entenda o investimento em ações

Conhecer o mercado e o investimento em ações é um bom ponto de partida para entender esse investimento na renda variável. Na prática, a ação é a menor parte do capital social e a sua aquisição concede ao investidor a participação nos resultados do negócio.

Ao comprar ação, o investidor se torna acionista da empresa e pode obter rendimentos de duas formas principais. A primeira é pela valorização do preço das ações. Se houver a venda por um preço acima do preço médio de compra, o investidor consegue realizar lucros.

A segunda envolve a distribuição de proventos. Ela consiste em uma divisão de parte dos resultados com os acionistas, de modo proporcional, ou bonificações. Pode ser feita na forma de dividendos, juros sobre capital próprio (JCP), direitos de subscrição ou bonificações.

Conheça os 5 principais riscos de investir em ações

Investir em ações de empresas pode trazer um potencial elevado de ganhos quando há valorização, mas é preciso saber que os riscos também são consideráveis. Por ser um investimento de renda variável, a questão da segurança não deve ser ignorada.

Por isso, descubra quais são os 5 principais riscos do investimento em ações e entenda como cada um funciona!

1. Imprevisibilidade sobre os ganhos

A renda variável é uma classe de investimento cuja principal característica é a impossibilidade determinar qual será o rendimento dos investimentos. Logo, não há como saber o quanto o dinheiro renderá ou se terá qualquer rendimento no período — inclusive, com riscos de perdas.

Esse é um risco significativo, pois está atrelado à imprevisibilidade sobre os ganhos. Não há como saber se o resultado será positivo ou negativo, o que afeta todos os planos em relação às finanças.

2. Riscos ligados ao negócio e ao setor

Também existe o risco que está diretamente ligado ao empreendimento e à sua forma de atuação. Um negócio que depende do preço baixo do dólar, por exemplo, apresenta maior risco cambial, caso a moeda suba. Uma empresa em dificuldades econômicas é igualmente mais arriscada.

Em relação ao setor, há segmentos na bolsa que podem ser mais afetados por crises e outras condições da economia. Por isso, também é importante fazer uma avaliação setorial e entender os fatores que afetam cada companhia antes de investir.

3. Riscos de mercado

Já os riscos de mercado estão atrelados ao comportamento do mercado e às suas condições específicas. O primeiro aspecto envolve a percepção de outros investidores em relação às ações e como isso impacta o preço.

Quando o mercado enxerga uma ação como sendo promissora ou atraente, sua cotação tende a se valorizar. Porém, pode acontecer de existirem mais interessados na venda do que na compra dos papéis, o que pode derrubar o preço.

Além disso, há as condições do mercado que podem afetar o desempenho das empresas. A subida ou descida dos juros ou da inflação, a variação do câmbio e notícias internas e externas podem afetar os resultados. Por consequência, também traz impactos para os papéis.

4. Oscilações e volatilidade

Esse comportamento imprevisível e capaz de reagir ao mercado gera outro risco importante: a volatilidade. Na prática, quanto mais intensa e/ou mais frequente é a oscilação dos preços, maior tende a ser a volatilidade.

O grande problema envolve o fato de que um cenário volátil é ainda mais imprevisível. Em operações de venda de ações, esse descontrole dos preços aumenta os riscos de perdas, pois o cenário muda muito rapidamente.

5. Riscos de liquidez

Embora as ações sejam negociadas na bolsa de valores, não há garantias sobre o volume de operações. Papéis avaliados como pouco atraentes pelo mercado tendem a permanecer disponíveis, o que dificulta converter os ativos em dinheiro rapidamente. Portanto, o risco de liquidez também está presente.

Tenha atenção com a composição da carteira

Sabendo que os riscos de investir em ações são elevados, é preciso ter cuidado ao compor a sua carteira. O ideal é ter um portfólio que seja diversificado, pois isso ajuda a diluir os riscos e pode aumentar o potencial de ganhos.

Então, ao mesmo tempo em que você decide investir na bolsa de valores, por exemplo, é importante considerar o investimento em renda fixa. Com uma proposta diferente, essa é uma classe que permite conhecer as regras de rentabilidade de modo antecipado. Assim, é possível montar uma carteira mais equilibrada.

Considere alternativas na renda fixa

Conhecer os riscos de investir em ações não serve, necessariamente, para deixar de fazer essa alocação de recursos. Porém, ao estar ciente dessas questões de segurança, é preciso buscar alternativas para diversificar a carteira de investimentos e obter os benefícios relacionados.

Na renda fixa, há as possibilidades do crédito privado. Entre as alternativas, estão os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA), que são títulos de crédito emitidos por securitizadoras.

Nesses títulos, empresas (chamadas de cedentes) vendem seus direitos creditórios à securitizadora em troca da antecipação de recebíveis. Os pagamentos dos clientes (sacados) passam a ser direcionados para a securitizadora.

A instituição, por sua vez, transforma os direitos creditórios em títulos negociáveis no mercado, como o CRI e o CRA. E os títulos se tornam disponíveis aos investidores interessados.

Essa pode ser uma alternativa para diversificar o risco de uma carteira com ações, por exemplo. Ao mesmo tempo, o potencial de ganho também pode ser maior — ajudando você a rentabilizar seu portfólio.

Como você viu, os riscos de investir em ações variam desde a imprevisibilidade de retorno até questões ligadas à liquidez. Com a análise adequada dos ativos e, principalmente, a diversificação com os ativos da renda fixa, é possível mitigar perdas que podem ocorrer. E, por fim, equilibrar seus investimentos.

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