Como alcançar a independência financeira? 4 Passos definitivos!

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Você conhece o conceito de independência financeira e sabe por que esse é o objetivo de muitos investidores? Aumentar o patrimônio e ter uma vida mais estável financeiramente traz diversas vantagens para todos.

Mas a independência financeira vai além disso. Com ela você poderá parar de trabalhar e viver apenas com a remuneração de seus investimentos. Parece uma tarefa impossível? Então saiba que seguindo um passo a passo você pode chegar nesse patamar.

Para que você entenda melhor esse assunto, neste texto conhecerá a independência financeira, suas vantagens e 4 passos para alcançá-la. Não perca!

O que é a independência financeira?

A independência financeira pode ser definida como a situação em que uma pessoa tem renda passiva suficiente para manter seu padrão de vida. Para entendê-la, é preciso diferenciar a renda ativa da passiva.

A primeira é aquela que serve como remuneração pelo esforço do seu trabalho. Nesse sentido, ela pode ser o seu salário de um emprego, o pró-labore de empresários, a remuneração de profissionais liberais etc.

Já a renda passiva advém de investimentos e não remunera esforço, mas sim aplicações e aportes financeiros por meio de juros ou valorizações. Exemplos comuns são os aluguéis, pagamento de juros semestrais, dividendos etc.

Assim, a independência financeira ocorre quando você recebe renda passiva suficiente para pagar suas contas e manter seu padrão de vida. Isso quer dizer que é possível optar por parar de trabalhar e ainda assim viver confortavelmente e sem problemas financeiros.

Como alcançar a independência financeira em 4 passos?

Como você percebeu, alcançar a independência financeira pode trazer benefícios. Poder decidir a hora de parar trabalhar e ter mais estabilidade com as finanças acumulando patrimônio são objetivos de muitas pessoas.

E existem 4 passos fundamentais para facilitar a jornada. Confira!

1. Tenha um bom planejamento financeiro

O segredo para alcançar a independência financeira é ter um planejamento e contar com o fator tempo. Não é possível viver de renda em alguns meses se você nunca investiu o seu capital ou não tem uma grande reserva financeira, certo?

Por isso, comece o seu planejamento financeiro o mais cedo possível. Quanto mais tempo você colocá-lo em prática e aperfeiçoá-lo, maior será a sua eficiência em acumular patrimônio.

Um planejamento financeiro passa, primeiro, por um controle. Você precisa saber quais são suas receitas (os ativos) e as suas despesas (os passivos) mensais. Quanto mais preciso for esse controle, melhor será sua organização.

Depois de ter esses dados em um período, é possível verificar a sua saúde financeira. Aqui há três possibilidades: suas finanças estão em equilíbrio, ou seja, você tem ativos e passivos iguais ou muito perto disso.

Você também pode estar com um saldo positivo, quando os ativos são maiores que os passivos, gerando uma poupança mensal. Por fim, pode estar negativo — gastando mais do que ganha todos os meses.

A partir desses dados é viável tomar suas primeiras atitudes. Por exemplo, reduzir as dívidas, aumentar a taxa de poupança mensal ou começar a investir o que poupa. Como cada pessoa tem uma realidade diferente, o planejamento pessoal é indispensável.

2. Monte uma reserva de emergência

Depois de fazer seu planejamento financeiro e aplicar sua estratégia para poupar mensalmente, vale a pena montar uma reserva de emergência. Ela servirá como um socorro financeiro caso você tenha algum problema que traga gastos inesperados.

Situações como demissões, acidentes, doenças e outras despesas podem atrapalhar o seu planejamento e trazer instabilidade. Por isso, é uma ótima ideia reservar uma parte do seu capital para arcar com esses gastos.

O montante aplicado em uma reserva financeira costuma ser equivalente a 6 meses de seus gastos mensais. Com isso, se você gasta em média R$ 6 mil por mês, a reserva deve ser de, pelo menos, R$ 36 mil, por exemplo.

A alternativa escolhida para esse aporte também é muito importante. É fundamental que ela tenha alta segurança e liquidez. Em relação ao primeiro aspecto, o entendimento é claro: você não pode correr riscos de desvalorização ou mesmo perda desse valor aportado.

Já a liquidez diz respeito à facilidade com que o investidor consegue transformar o investimento em dinheiro. Para a reserva de emergência, o resgate deve ser facilitado. Afinal, em caso de imprevistos você precisará do valor imediatamente.

3. Conheça as alternativas de investimentos

Depois de ter um bom planejamento e montar sua reserva para ter mais segurança financeira, é preciso conhecer as alternativas de investimento. Fazer aportes visando a renda passiva e a independência passa por uma boa análise das opções.

Nesse momento, vale a pena conhecer as diferenças entre a renda fixa e a renda variável. A primeira classe de investimentos diz respeito aos títulos de dívidas emitidos por instituições bancárias, Governo ou empresas.

Nela, o investidor empresta dinheiro ao emissor e, como remuneração, receberá os juros pactuados. Nesse sentido, existem três tipos de rentabilidade: a prefixada, a pós-fixada e a híbrida. As principais características da renda fixa são a maior segurança e a previsibilidade de rendimentos.

Os principais exemplos são:

A renda variável também possui diversos tipos e modalidades de investimentos. Nela, não há previsibilidade de rendimentos, pois os preços dos ativos variam conforme movimentos do mercado, volume de negociação etc.

Apesar da menor segurança, ela não traz limitações para a rentabilidade. Então é possível que os ativos escolhidos valorizem mais do que na renda fixa, por exemplo. Por outro lado, eles também podem desvalorizar, ficando com um preço menor do que o pago na compra.

Os principais exemplos de ativos de renda variável são:

  • ações;
  • fundos de investimento imobiliário;
  • exchange traded funds (ETFs);
  • brazilian depositary receipts (BDRs).

4. Faça aportes recorrentes

Fazer aportes recorrentes é uma estratégia muito importante no mundo dos investimentos. Com eles você conseguirá acumular patrimônio e chegar mais perto da sua independência financeira. Além disso, fica mais fácil compor uma carteira diversificada — o que ajuda a mitigar riscos.

Mantendo esses aportes por um longo prazo, você utilizará seu dinheiro com inteligência, aproveitando-se de juros compostos e da rentabilidade dos investimentos. Mas é preciso ter disciplina e foco para manter o planejamento.

Agora você já conhece os principais passos para alcançar a independência financeira. Lembre-se de diversificar seus investimentos para trazer mais eficiência para sua estratégia, além de buscar produtos alternativos para mitigar os riscos.

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